Porquê? Porque não? Quando? Onde? Sabes? Na verdade, não interessa muito, pois não? Hoje é hoje, amanhã logo se vê. O carvalho ostenta-se, os corais permanecem. E depois? Acontece? Talvez, mas se não, que seja, ou não. Ok, mente, pára! Relaxa e elabora algo decente para se publicar! Certo, assim será: As camélias florescem no horizonte como beija-flores que as vêm cumprimentar. O nascer do sol alegra, o prado acorda e rejuvenesce. As libelinhas entendem o seu propósito. O de contemplar a natureza por nada mais belo haver. O sorriso surge no meu rosto. Nada forçado, mas criado pelo deus da natureza. E eu aceito. E sinto. Tudo é completo. É o título, surgido por si próprio.
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fevereiro 16, 2017
março 07, 2015
Vírgulas tortas
Já alguém viu uma direita? Só se for escrita à máquina. Porque, que eu saiba, são todas redondinhas, tal qual o cataclismo vivenciado por mais de cinco suínos agrícolas, outrora recordados como instrumentistas solitários. Na calada da noite um texto escrito foi, desentendido pelos leitores, eventualmente contendo sublimes mensagens ocultas para gáudio dos receptores. Vislumbrai, sedentos de informação, o detalhe atrás esteve.
janeiro 30, 2013
Escrever faz bem
Às orelhas, ao cabelo, aos sentidos!
Escrever faz-me sentir o eu. Exorcisa os meus demónios e torna-me mais consciente de mim próprio. E, no fundo, bem lá no fundo, é isso que importa: a minha consciência. A minha oportunidade de escolha sobre o que me passa na vida. E os amendoins que deslizam pela colina da felicidade... ... ... bolas, lá estou eu a disparatar! É sempre assim. Começo um texto decente e compreensível para depois descambar e começar com coisas sem sentido. Opá, não há pachorra (será que esta palavra está no dicionário?).
Mas não consigo evitar... Assim que a minha mão atinge mais de trinta segundos de escrita, o meu cérebro desvia o assunto para o anormal, como se dissésse: "Pá! Lá estás tu a falar socialmente bem. Assim não evoluis, apenas ficas mais compreensível para os outros. Volta ao irregular, inova!" E pronto, começo a pensar num mundo bué feliz e com todos o habitantes contentes e a ajudarem-se uns aos outros. Ai ai... o meu cérebro.
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