Já alguém viu uma direita? Só se for escrita à máquina. Porque, que eu saiba, são todas redondinhas, tal qual o cataclismo vivenciado por mais de cinco suínos agrícolas, outrora recordados como instrumentistas solitários. Na calada da noite um texto escrito foi, desentendido pelos leitores, eventualmente contendo sublimes mensagens ocultas para gáudio dos receptores. Vislumbrai, sedentos de informação, o detalhe atrás esteve.
março 07, 2015
fevereiro 22, 2015
Parar é morrer!
Foi a coisa mais parva que fiz desde que nasci! Por dias seguidos perdi a inspiração para a história que andava a magicar no meu imperfeito juízo (a qual podem aceder pelo link de blog no post anterior a este), e daí resultou uma desistência dos meus miolos. Hoje consegui pegar no assunto, foi o melhor que fiz. Sinto-me uma banana descascada resplandecente! Viva!
Ainda bem que tenho este blog, onde posso escrever à vontade sem misérias enquanto não me surge inspiração! Parar... nunca mais!! É sempre a aviar cartucho!
Ainda bem que tenho este blog, onde posso escrever à vontade sem misérias enquanto não me surge inspiração! Parar... nunca mais!! É sempre a aviar cartucho!
abril 15, 2014
Senhoras e Senhores...
Novo blog: flipnovelas.blogspot.pt
Olá queridos leitores e queridas leitoras!
O meu novo blog contém apenas histórias, não coisas pessoais. Criar histórias dá-me um prazer imenso. Que alguém as leia dá-me mais prazer ainda.
Todos os contos aqui contidos foram transferidos para lá, comentários incluídos (se bem que as fotos dos vossos perfis alteraram-se, não faço ideia porquê).
O novo blog que criei é então o flipnovelas.blogspot.pt
"Desvirginando" serve para eu javardar um pouco na maionese, e queixar-me dos meus dói-dóis. E continuará!
Portanto, senti-vos livres de visitarem este meu novo blog e adiram ao mesmo, o que me dará muita satisfação por vos ter lá.
Beijos, abraços, bem vindos, e apreciem o novo blog!
março 08, 2014
#3
entrada de diário #3
Horrível! Sou eu! Sou horrível. Fiquei três quase três meses sem publicar aqui no blog! Devia haver uma polícia de blogues para me prender por não escrever nada tanto tempo. E todas as maravilhosas pessoas que seguem o meu blog deveriam ficar chateadas comigo e exclamar algo do tipo: "epá vai-te esconder, caneco! que raio de bloguer és tu? nem mereces ter blog!", e eu devia baixar a cabeça de vergonha e perceber que em tempos soube que escrever publicamente tão bem me faz à alma e no entanto desleixei-me de modos inconcebíveis. Um açoite para mim, já!
E para vós, um abraço do tamanho da beleza de dia que esteve hoje! Até que enfim, hem? A chuva e o mau tempo deram-nos descanso e a possibilidade de ver o nosso querido sol em todo o seu esplendor! Senti-me como nos sentimos naqueles dias de verão, depois da praia, aquele sentimento de compaixão e cansaço fofinho no corpo. Sabem o que é? Acho que sim, de certeza já todos experienciaram tal. Bom, regressando ao tema com que iniciei este post, a ver se agora não me descuido, e publico com mais frequência. Na próxima publicação acho que vou colocar mais um episódio de uma das histórias que tenho criado (e que se calhar já ninguém se lembra lol) «---este lol foi irónico, eu sou horrível! Beijinhos, love you all :)
Horrível! Sou eu! Sou horrível. Fiquei três quase três meses sem publicar aqui no blog! Devia haver uma polícia de blogues para me prender por não escrever nada tanto tempo. E todas as maravilhosas pessoas que seguem o meu blog deveriam ficar chateadas comigo e exclamar algo do tipo: "epá vai-te esconder, caneco! que raio de bloguer és tu? nem mereces ter blog!", e eu devia baixar a cabeça de vergonha e perceber que em tempos soube que escrever publicamente tão bem me faz à alma e no entanto desleixei-me de modos inconcebíveis. Um açoite para mim, já!
E para vós, um abraço do tamanho da beleza de dia que esteve hoje! Até que enfim, hem? A chuva e o mau tempo deram-nos descanso e a possibilidade de ver o nosso querido sol em todo o seu esplendor! Senti-me como nos sentimos naqueles dias de verão, depois da praia, aquele sentimento de compaixão e cansaço fofinho no corpo. Sabem o que é? Acho que sim, de certeza já todos experienciaram tal. Bom, regressando ao tema com que iniciei este post, a ver se agora não me descuido, e publico com mais frequência. Na próxima publicação acho que vou colocar mais um episódio de uma das histórias que tenho criado (e que se calhar já ninguém se lembra lol) «---este lol foi irónico, eu sou horrível! Beijinhos, love you all :)
novembro 20, 2013
#2
entrada de diário #2
E assim é. Pronto para mais uma caminhada de 30 minutos até ao combóio, que me leva até ao metro, que me leva a outro combóio, que por sua vez me transporta até 1500 metros da universidade. Quando vou atrasado é chato. Mas este percurso que toma hora e meia da minha vida (num sentido, porque na volta é mais do mesmo) faz-me desanuviar o juízo de preocupações relativas a exames. Ontem apresentei um trabalho de Saúde Pública. Correu bem, fiquei satisfeito. Hoje lá vou eu abrir a minha mente a cálculos de física e, posteriormente, estatística. Não, não fico satisfeito. Suponho que a minha mente seja um tanto ou quanto preguiçosa, pois necessito de toda a atenção para entranhar o rebuliço de xizes, ípsilones, vectores e forças que fazem parte das equações mais simples. Oh well, fui eu que me meti nisto, portanto vou até ao fim. Até porque há o meu lado que gosta de dificuldades e não desiste. Enfim... c'est come ça... Então ontem lá ganhou Portugal frente à Suécia, hem? Muito bem. Gosto, sim senhor. Mas bom, vou andando que o combóio não espera por mim. Hasta.
(sim, o 3° episódio de "dreamzzzz..." está em processo de fabrico ;)
E assim é. Pronto para mais uma caminhada de 30 minutos até ao combóio, que me leva até ao metro, que me leva a outro combóio, que por sua vez me transporta até 1500 metros da universidade. Quando vou atrasado é chato. Mas este percurso que toma hora e meia da minha vida (num sentido, porque na volta é mais do mesmo) faz-me desanuviar o juízo de preocupações relativas a exames. Ontem apresentei um trabalho de Saúde Pública. Correu bem, fiquei satisfeito. Hoje lá vou eu abrir a minha mente a cálculos de física e, posteriormente, estatística. Não, não fico satisfeito. Suponho que a minha mente seja um tanto ou quanto preguiçosa, pois necessito de toda a atenção para entranhar o rebuliço de xizes, ípsilones, vectores e forças que fazem parte das equações mais simples. Oh well, fui eu que me meti nisto, portanto vou até ao fim. Até porque há o meu lado que gosta de dificuldades e não desiste. Enfim... c'est come ça... Então ontem lá ganhou Portugal frente à Suécia, hem? Muito bem. Gosto, sim senhor. Mas bom, vou andando que o combóio não espera por mim. Hasta.
(sim, o 3° episódio de "dreamzzzz..." está em processo de fabrico ;)
novembro 17, 2013
#1
entrada de diário #1
A mente do inglório transpirava ideias tantas. Sentia-se inútil por não ter tempo de transcrever tudo o que se lhe assomava à massa cinzenta. Mas ele andava tão ocupado. Gostava de publicar histórias, mas não tinha tempo de as continuar todos os dias. E tratava-se a si próprio na terceira e na primeira pessoa de uma frase para a seguinte. Dói-me demorar tanto a postar algo aqui no blog. Como tal, decidi escrever, nesta forma de diário, entradas básicas, para que o espírito não esmoreça. Os contos, esses, elaboro em papel nalguns minutos livres que vou tendo por semana e, então, passo-os para o blog e publico-os. Espero que me compreendam. A vós, obrigado!
A mente do inglório transpirava ideias tantas. Sentia-se inútil por não ter tempo de transcrever tudo o que se lhe assomava à massa cinzenta. Mas ele andava tão ocupado. Gostava de publicar histórias, mas não tinha tempo de as continuar todos os dias. E tratava-se a si próprio na terceira e na primeira pessoa de uma frase para a seguinte. Dói-me demorar tanto a postar algo aqui no blog. Como tal, decidi escrever, nesta forma de diário, entradas básicas, para que o espírito não esmoreça. Os contos, esses, elaboro em papel nalguns minutos livres que vou tendo por semana e, então, passo-os para o blog e publico-os. Espero que me compreendam. A vós, obrigado!
julho 07, 2013
Brisa quente
E a noite cai, bela e quente como só o verão o sabe fazer... Levando e
trazendo suspiros de bem estares e paixões de corações humanos que pelo
calor ansiavam dias a fio. O corpo relaxa-se perante a maravilhosa
calmia atmosférica. Os sentimentos agitam-se, a timidez ausenta-se, o
contacto principia. A fusão de desejos deixa-se acontecer. A magia
acontece, calma e fulgorante. Não há pressa... Este é o momento. O tempo
e o espaço controlados ficam pelas chamas da paixão. O nada torna-se o
tudo. E tudo se vangloria exaltadamente. Sem medos, sem pecados. Com
amor.

Provoca-me estes efeitos, o verão...
E a vós, o que vos provoca o verão?

Provoca-me estes efeitos, o verão...
E a vós, o que vos provoca o verão?
junho 01, 2013
And love said hello...
Olhaste para trás... foi o suficiente.
Nem por isso me causaste muita agitação a princípio, quando caminhavas em direção à última carruagem do metro, onde eu me encontrava de pé, junto á porta. Passaste por mim, ok, considerei-te bonita, sentaste-te num banco de frente para mim e miraste-me. Nada de especial, toda a gente se mira, nem que seja para se ambientarem. Eu mirei-te também, depois desliguei, para voltar aos meus pensamentos.
Duas ou três estações seguintes, levantaste-te, dirigiste-te à porta, e esperaste o metro imobilizar-se para abrir as portas. Ficaste a pouco mais de 15 centímetros de mim. Mas a carruagem não estava cheia... Eu fiquei-te a mirar. Sabes aquela sensação de transmissão de sentimentos entre desconhecidos? Nada. Não houve nada disso.
A porta abriu, saíste, e eu continuei a mirar-te, vendo-te afastares-te. Mirei-te sem qualquer intenção, sem saber porque te olhava e com uma sensação de "why? what is this?" Obviamente eu nada te provoquei nem tu a mim. Apenas dois estranhos que se cruzaram e se olharam vagamente. Até que, quase a alcançares a escada que sobe para a saída, e eu já esperando a porta fechar em frente ao meu nariz... tu giras a cabeça e relanças o olhar bem fundo nos meus olhos! "Oh Lord! You got me babe!" Tudo aquilo que não se passou em minutos e bem próximos um do outro, aconteceu num micro-segundo apenas com uma flechada do teu olhar! Arrebatou-me...
E lá se fechou a porta, distanciando os nossos mundos de repente, sabendo eu que jamais te verei de novo... Eu devia ter sido homem com H grande, puxado a alavanca de alarme, parar o metro, sair, correr na tua direção e dizer: "olá... sou o flip, não sei o que te dizer, mas prendeste o meu coração com esse olhar e preciso que mo desprendas... ou não! posso saber o teu nome?" Mas nada disso, sou um gay ridículo, que não tem tomates para agir quando deus me mostra o caminho! Só espero que ele me perdoe por hoje ser dia da criança!
Nem por isso me causaste muita agitação a princípio, quando caminhavas em direção à última carruagem do metro, onde eu me encontrava de pé, junto á porta. Passaste por mim, ok, considerei-te bonita, sentaste-te num banco de frente para mim e miraste-me. Nada de especial, toda a gente se mira, nem que seja para se ambientarem. Eu mirei-te também, depois desliguei, para voltar aos meus pensamentos.
Duas ou três estações seguintes, levantaste-te, dirigiste-te à porta, e esperaste o metro imobilizar-se para abrir as portas. Ficaste a pouco mais de 15 centímetros de mim. Mas a carruagem não estava cheia... Eu fiquei-te a mirar. Sabes aquela sensação de transmissão de sentimentos entre desconhecidos? Nada. Não houve nada disso.
A porta abriu, saíste, e eu continuei a mirar-te, vendo-te afastares-te. Mirei-te sem qualquer intenção, sem saber porque te olhava e com uma sensação de "why? what is this?" Obviamente eu nada te provoquei nem tu a mim. Apenas dois estranhos que se cruzaram e se olharam vagamente. Até que, quase a alcançares a escada que sobe para a saída, e eu já esperando a porta fechar em frente ao meu nariz... tu giras a cabeça e relanças o olhar bem fundo nos meus olhos! "Oh Lord! You got me babe!" Tudo aquilo que não se passou em minutos e bem próximos um do outro, aconteceu num micro-segundo apenas com uma flechada do teu olhar! Arrebatou-me...
E lá se fechou a porta, distanciando os nossos mundos de repente, sabendo eu que jamais te verei de novo... Eu devia ter sido homem com H grande, puxado a alavanca de alarme, parar o metro, sair, correr na tua direção e dizer: "olá... sou o flip, não sei o que te dizer, mas prendeste o meu coração com esse olhar e preciso que mo desprendas... ou não! posso saber o teu nome?" Mas nada disso, sou um gay ridículo, que não tem tomates para agir quando deus me mostra o caminho! Só espero que ele me perdoe por hoje ser dia da criança!
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