fevereiro 16, 2017

Título? Que título?

Porquê? Porque não? Quando? Onde? Sabes? Na verdade, não interessa muito, pois não? Hoje é hoje, amanhã logo se vê. O carvalho ostenta-se, os corais permanecem. E depois? Acontece? Talvez, mas se não, que seja, ou não. Ok, mente, pára! Relaxa e elabora algo decente para se publicar! Certo, assim será: As camélias florescem no horizonte como beija-flores que as vêm cumprimentar. O nascer do sol alegra, o prado acorda e rejuvenesce. As libelinhas entendem o seu propósito. O de contemplar a natureza por nada mais belo haver. O sorriso surge no meu rosto. Nada forçado, mas criado pelo deus da natureza. E eu aceito. E sinto. Tudo é completo. É o título, surgido por si próprio.

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