fevereiro 16, 2017

Título? Que título?

Porquê? Porque não? Quando? Onde? Sabes? Na verdade, não interessa muito, pois não? Hoje é hoje, amanhã logo se vê. O carvalho ostenta-se, os corais permanecem. E depois? Acontece? Talvez, mas se não, que seja, ou não. Ok, mente, pára! Relaxa e elabora algo decente para se publicar! Certo, assim será: As camélias florescem no horizonte como beija-flores que as vêm cumprimentar. O nascer do sol alegra, o prado acorda e rejuvenesce. As libelinhas entendem o seu propósito. O de contemplar a natureza por nada mais belo haver. O sorriso surge no meu rosto. Nada forçado, mas criado pelo deus da natureza. E eu aceito. E sinto. Tudo é completo. É o título, surgido por si próprio.

janeiro 17, 2017

Inconformável

Tenho dois blogs. Não escrevo em ambos há dezenas de semanas. Mas sabem o que é mais engraçado? Neste escrevo quando me sinto desgraçado, tal como podem ver pelos meus posts anteriores. Despejo aqui a raiva que se assoma à minha alma! E hoje não é excepção! Apesar de não ser isto que quero. Perdoem-me... Quero sempre alcançar um estado perfeito de calmia e controlo, mas acho que vou desistir disso e viver a vida simplesmente como ela se me apresenta. Que voltas e voltas a vida dá muitas e, por vezes, voltas ao mesmo. E percebes que há lutas que são excusadas. Mais simples é viveres.
Catrefada de confusão que vai aqui neste post, né? Oh well, é o dia de hoje. Melhores virão.


fevereiro 03, 2016

Desobstante

Sem nunca nem nada saber, desaprecio grandemente o horror vivenciado por horas nocturnas de estudo intenso que a pressões enormes me leva! Será que não fui talhado para a cultura e a inteligência? Encontro-me no término do 1º semestre do último ano do raio do curso ao qual me propus completar. Pois não é que me esvaio em ódio durante as horas de estudo caseiras? Apetece-me mandar tudo às favolas, favícias, favinhas, e ser apenas um cidadão inculto e despejador de tensões convulsivas hediondas! Mas este é apenas o meu lado animalesco a falar... Logo de seguida tenho o meu lado culto a suspirar-me ao ouvido: "não ligues, tu és melhor que isso"... Mas... serei mesmo...?


janeiro 13, 2016

RRRRRRRRaiva.........

Grrrrrrrrrrrrr.... é tanta, é tão pouca, que desgraça! Que ferve o sangue correndo em minhas veias, que ódio, que amor, que terror! É tal que me faz falar mal, merda! Até outras línguas falo, sacrebleu, fuck my dog! Never upon a mountain I could see such a petit enfant terrible! Ai caneco, nem sei o que te diga! Acabai desde já tudo e todos! Ou eu... Sim! Acabai eu! Já! Que já não me aguento! Preciso de cair ao chão, já vou alto demais. Wish I could die. Just for a moment. Or two. Raios partam!


julho 17, 2015

Conseguirei?

Fraquejo... quando entro no combóio... quando me destino ao local de trabalho. Tem sido assim de há uns dias para cá. Não sei o que se passa... Sinto-me frágil, abatido, sem forças. Se tudo correr bem, serei pai dentro de 4 meses. Isso alegra-me. Mas não evita o meu sentimento de desgaste a caminho do trabalho. Meu deus, que se passa comigo? Nem é um trabalho prolongado. É apenas um part-time de 4 horas. Desgastantes, tenho de admitir. Afinal é sempre a falar com desconhecidos afim de os angariar como cliente para uma empresa que faz rios de dinheiro. Ao que eu cheguei... o país, o mundo! Ao que todos chegámos. Não é o meu emprego preferido, obviamente já entenderam. Mas é o que se arranja nos tempos que correm e no local onde resido, tudo para pagar as mensalidades de um curso que ingressei e, este sim, eu gosto de frequentar. Mas custa dinheiro... Que me custa a mente e corpo... Que me desgasta... Sinto-me fraco e, se paro uma só roda da engrenagem... Tudo pára. Ás vezes é o que quero, e sentir-me livre e feliz, sem responsabilidades, por uns tempos. Mas teimo em persistir... Pelo menos até conseguir concluir o curso... lá para Julho de 2016. Mas estarei a esticar demais a corda? Conseguirei? Ou cairei desanimado pelo chão da calçada a caminho do maldito emprego? Deus... dai-me forças...


maio 03, 2015

Ricochete antagonista

Se te pões a ler isto, não sei onde vais parar. É que nem eu próprio sei o que vou escrever. Por exemplo, no final deste texto, voltarei a ler o princípio e penso: epá... isto não tem nada a ver com coisa nenhuma. Tipo, daqui a cinco palavras já estou a escrever contundências paragráficas banais. Agora perguntas tu: What? Que raio...
Pois, viste? Eu avisei.
Que tenhas bons sonhos.
Ah! Já me ía esquecendo... Alguém viu hoje o sétimo planeta a contorcer-se? Não? Caramba pá, lamento. Agora só daqui a quatrocentos e treze anos.


março 19, 2015

Cloroformidina

Detergente para cavalos, rodados aleatoriamente sem demografia latente. Virias sem querer pedir algo emprestado. Algo mais que o teu costumeiro vício desgarrado violante. Saberías o que fazer, mas nada dirias àquela hora da noite. Propositadamente revelei-te a chave do cofre, mas mesmo assim não tiveste coragem. Desataste por ali fora sem pijama, mas cuidando a lama sob teus pés. Não voltes. Eu já lá estou te esperando...